DIA MUNDIAL DE PROTEÇÃO DA CAMADA DE OZONO

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O Dia Mundial de Proteção da Camada de Ozono foi instituído pela Assembleia-Geral das Nações Unidas em dezembro de 1994.

Esta data foi escolhida para evocar o dia da assinatura do Protocolo de Montreal sobre Substâncias que Prejudicam a Camada de Ozono, que ocorreu em 1987 e depois de, em 1985, os governos terem adotado a Convenção de Viena para a Proteção da Camada de Ozono.

Sublinhe-se ainda que, em 16 de setembro de 2009, aquela Convenção de Viena e o Protocolo de Montreal foram os primeiros tratados na história das Nações Unidas a alcançar a ratificação universal.

A camada de ozono é um frágil escudo gasoso que protege a Terra da parte nociva dos raios solares e que é essencial para preservar a vida no planeta.

Os químicos sintéticos denominados por CFC’s (clorofluorcarbonetos), usados em aerossóis, produtos de refrigeração dos eletrodomésticos (por exemplo frigoríficos e arcas congeladoras) ou aparelhos de ar condicionado, solventes ou na produção de espuma rígida utilizada no enchimento de eletrodomésticos (espuma de poliuretano) são os produtos na origem da destruição da camada de ozono.

Com uma capacidade de sobrevivência entre 50 a 100 anos, estes gases têm influência na camada de ozono, mas o seu efeito está a diminuir e a camada a recuperar.

Os primeiros sinais de alarme sobre a destruição da camada de ozono foram identificados por cientistas da NASA que descobriram um “buraco de ozono” na zona da Antártida.

A eliminação progressiva do uso controlado de substâncias destruidoras da camada de ozono, bem como as reduções relacionadas, não só ajudaram a proteger a camada de ozono para esta e as futuras gerações, mas também contribuíram significativamente para os esforços globais para lidar com a mudança climática; além disso, protegeu a saúde humana e os ecossistemas, limitando a radiação ultravioleta de atingir a Terra.

Investigadores indicam, em estudos recentes, que uma cicatrização completa deverá acontecer entre 2050 e 2060.

A resposta global a esta séria ameaça foi decisiva. Depois da Convenção de Viena e do Protocolo de Montreal, governos, cientistas e indústria trabalharam em conjunto para eliminar 99% de todas as substâncias que destroem a camada de ozono.

Graças a este trabalho, a camada de ozono está em recuperação e deve retornar aos valores anteriores a 1980 em meados deste século.

 

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